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Bons líderes conduzem mudanças

Bons líderes conduzem mudanças

O consultor organizacional, Max Gehringer, que já atuou frente à direção de grandes empresas como Elma Chips, Pulmann e Pepsi, afirma que “não existe um perfil de líder que se amolde a todas as empresas. Cada empresa tem sua cultura e o líder deve adaptar-se a ela”.

Em entrevista concedida ao RH.com.br, Max Gehringer diz que um líder é o fio condutor das mudanças. “É através das várias camadas de liderança que uma mensagem, que vem lá do alto do organograma, é repassada, explicada e assimilada.” Para ele, a falta de uma liderança eficaz faz com que a mensagem acabe se diluindo pelo caminho e chegue meio desacreditada aos funcionários que, por fim, serão os responsáveis diretos pela execução de uma tarefa.

De acordo com o consultor, o perfil do líder idealizado e cobiçado pelas empresas não é o de servidor. “O líder que a empresa procura é aquele capaz de gerar resultados quantificáveis em curto prazo. Aquele capaz de defender os interesses da empresa, mesmo que, às vezes, não concorde com eles. O líder que sabe explicar claramente o que precisa ser feito, que sabe cobrar os que estão em marcha-lenta, que sabe punir os relapsos e que sabe, ao mesmo tempo, reconhecer e premiar os que mostraram mais mérito.”

Esse tipo, segundo Max, é até comum. “Eu diria que os bons líderes, de modo geral, estão fazendo 80% do que se espera deles. Eles só estão pecando no quesito reconhecimento. Essa é a queixa de nove entre dez subordinados: “Meu chefe não me dá valor, não reconhece o meu trabalho, não me faz um elogio quando eu mereço”. Esse tem sido o ponto fraco dos líderes. O de achar que, se não disserem nada, é porque tudo está bem.”

Max considera dois erros como os mais primários e que são cometidos pelos gestores junto às equipes. O primeiro, é prometer coisas que não vão poder cumprir. O segundo é tratar todo mundo da mesma maneira. Pessoas são diferentes e reagem a estímulos de modo diferente. “O líder precisa saber e entender o que vai fazer, para que cada pessoa dê o máximo de si. Em alguns casos, é uma bronca. Em outros, é simplesmente deixar o subordinado trabalhar em paz. Evidentemente, broncas coletivas são um pecado mortal.”, afirma.

 

A falta de feedback

 

Max usa o relacionamento em um casamento como exemplo: “Num casal, por exemplo, na hora de um criticar o outro, sempre há tempo. Na hora de elogiar, nunca há. Com o passar do tempo, fica aquela impressão de que o outro só tem defeitos. A mesma coisa acontece no ambiente de trabalho. E os subordinados, assim como os cônjuges, tendem a se desmotivar, e a não ver um futuro promissor na relação com a empresa e o chefe.

Por isso, é preciso utilizar dessas dicas, para melhorar o diálogo entre lideranças e subordinados. Sempre há uma forma de melhorar os processos. Refletindo seu desempenho como líder, mudanças acontecem em toda a equipe.

 

Fonte: http://www.rh.com.br/Portal/Lideranca/Entrevista/4755/lider-o-fio-condutor-das-mudancas.html